Guerra civil, franquismo e resistência
Em julho de 1936, Barcelona foi das primeiras cidades a deter o golpe militar. Capital de uma República cada vez mais encurralada, sofreu em março de 1938 bombardeios fascistas que mataram mais de mil pessoas, e caiu em janeiro de 1939.
Os refúgios
A cidade se encheu de abrigos antiaéreos; hoje o da plaça del Diamant, em Gràcia, se visita como memória viva. A foto de Gerda Taro treinando milicianas na praia do Somorrostro é daqueles dias.
A repressão
Durante o franquismo, aboliu-se as instituições catalãs e proibiu-se o catalão da vida pública: a língua sobreviveu nas casas e na imprensa clandestina, e a cidade guardou memória em silêncio por quarenta anos.
1977: um milhão na rua
Em 11 de setembro de 1977, mais de um milhão de pessoas tomaram Barcelona pedindo autonomia; um mês depois vinha a restauração da Generalitat. As primeiras eleições municipais democráticas seriam em 1979.